Autor: Geraldo Eugenio
Alimento animal, um grande negócio por Geraldo Eugênio
Logo se viu que para serem mais produtivos os animais necessitavam de cuidado, proteção, alimento e água. Sem esses componentes não vinha o leite esperado ou o iogurte, o queijo, o bife ou a pele. Foi daí que se chegou a conclusão que animal bom é animal sadio, bem alimentado e de boa genética. Nasceu aí uma área específica do conhecimento humano, a ciência animal, conhecida entre nós como zootecnia, a cada dia mais valorizada. Há um outro componente a se considerar, no caso dos nossos Sertões, que é a relação entre o homem e o animal. Quando o rebanho é quase parte da família.
Leia maisO leite e o queijo de coalho, moedas fortes dos Sertões por Geraldo Eugênio
No caso da pecuária de leite, os dois principais produtos são o leite e o queijo de coalho. No caso do leite há duas destinações principais: as empresas beneficiadoras de leite e os laticínios que fabricam queijo. Sejam pequenos, conhecidos como fabriquetas, ou médios e grandes, distribuídos, particularmente no Agreste Meridional, em uma linha imaginária de Sanharó a Bom Conselho e no Sertão do Araripe, ao redor de Bodocó.
Leia maisCebola, a prima-dona do Vale por Geraldo Eugênio
O cultivo da cebola evoluiu e com ele a demanda por insumos modernos, a começar por uma boa semente. As sementes híbridas se tornaram predominantes pela uniformidade, produtividade, precocidade, formato, cor, pungência. É bom lembrar que temos um clima em mudança e, nos últimos três anos, as chuvas nos meses de maio e junho nas regiões produtoras do Nordeste foram intensas e com isto mostrou uma característica indesejável desses materiais, a baixa capacidade de resistir a precipitações próximas a colheita.
Leia maisA pandemia e o preço de insumos agrícolas por Geraldo Eugênio
Enquanto a pandemia não estiver sob controle a nação não retornará aos seus melhores momento. A renda continuará achatada, os salários debilitados e o mercado de alimento em regime de contenção. O agronegócio sofre severamente pela falência, fechamento temporário, ou restrições de funcionamento de milhares de pequenos e médios bares e restaurantes, mesmo que, haja um aumento substantivo no valor do preço do alimento, à exceção de poucos itens.
Leia maisAvicultura de Pernambuco: uma verdadeira fábrica de frangos e ovos por Geraldo Eugênio
Sozinha a avicultura é o maior consumidor de milho e soja, um dos segmentos mais importantes do agronegócio estadual e um arranjo produtivo que abriga centenas de empresas e propriedades de todos os portes. A contradição é que os empresários pernambucanos conseguem esta façanha em um estado cuja produção de grãos é ínfima. Na realidade o milho que se produz em Pernambuco mal atende à pamonha e quanto à soja esta é praticamente em ausente no estado.
Leia maisO maxixe no Agronegócio de Pernambuco por Geraldo Eugênio
Desculpem ser permissivo com a geografia de Pernambuco, mas para mim, o Sertão começa em Gravatá. A partir da subida da Serra das Russas, a paisagem que se vê é constituída de bromélias, agaves e cactos, plantas típicas de Custódia ou Ouricuri. Logo, informo aos leitores que o nosso Sertão não é o sertão das estatísticas. Esse o JS levando as autoridades sertanejas além das fronteiras.
Leia maisO gesso agrícola uma oportunidade para indústria do Araripe por Geraldo Eugênio
Ele nos mostra que o Estado de Pernambuco com suas ricas jazidas de gipsita pode produzir um precioso insumo para agricultura.
Leia maisUma História de Empreendedorismo e Inovação
O sucesso de uma empresa pernambucana, nascida no Sertão, Hortivale, especializada na produção de sementes de Coentro, Cebola, Quiabo e Feijão Vagem.
Leia maisUma nova estratégia comercial para o mel do Araripe
A caatinga após uma semana de chuvas testemunhou a transformação de ramos secos, inertes, em uma cobertura vegetal luxuriante. Flores que surgem a um piscar de olhos e um aroma inigualável. Ali temos as nossas minas de perfumes, cremes, unguentos, pomadas e fármacos
Leia maisA seca, nossa irmã incompreendida, nossa Geni Por Geraldo Eugenio
Geraldo Eugenio na sua Coluna de Agronegócios nos traz sua visão sobre a seca como nossa irmã incompreendida, nossa Geni.
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