Autor: Geraldo Eugenio
Goiaba, a safira do Sertão também em Mirandiba Por Geraldo Eugenio
A goiaba sempre esteve entre uma das principais opções de cultivo no Vale do São Francisco, região que tem a manga e a uva de mesa como carros chefes nos perímetros públicos e áreas privada de irrigação.
Leia maisFeijão verde, um produto com cara do Nordeste
Ao longo do tempo seu nome foi mudando, passou a se chamar feijão Macassar e atualmente a maioria das pessoas o conhece como feijão caupi, uma corruptela do inglês, Cowpea, ou ervilha de vaca em uma tradução literal.
Leia maisTambém temos café Gourmet Por Geraldo Eugenio
Uma bebida mágica. Para uns, acalma. Para outros um poderoso estimulante. O certo é que não são poucos aqueles que necessitam de ao menos, um cafezinho ao dia.
Leia maisNem tudo que reluz é ouro, mas o milho é quase isso Por Geraldo Eugenio
A demanda por milho: Pernambuco compra por ano entre 800 e 900 mil toneladas de grãos de milho de outros estados, ou países produtores. Os principais usos são a avicultura, que consome aproximadamente, metade desta compra, a alimentação humana, a pecuária de leite e o uso industrial na fabricação de amidos e bebidas. É um cereal que permeia o dia a dia de nosso sertão e fonte de loas e trovas para todos que falam sobre nossa culinária.
Leia maisO mercado de terra periurbana no semiárido, uma forte opção de investimento Por Geraldo Eugenio
O agronegócio brasileiro impulsiona o mercado imobiliário rural e como consequência desenvolve as chamadas áreas periurbanas.
Descrevem-se como áreas periurbanas aquelas que se localizam próximas das cidades onde as atividades rurais e urbanas se misturam e não é possível definir os limites físicos e sociais entre elas
O Ministro Paulinelli, o Prêmio Nobel da Paz e o semiárido brasileiro Por Geraldo Eugenio
Hoje, o país está unido em prol da candidatura do Dr. Alysson Paulinelli ao Prêmio Nobel da Paz 2021. O Brasil já mereceu tal reconhecimento, desde Mário Schenberg, à Dom Helder Câmara ou à Dra. Johanna Dobereiner. Lamentavelmente, por razões que não valem a pena aqui discutir, não conseguiu. Por que Paulinelli merece esta honrosa distinção Soma-se a esse feito, que só por isto o coloca entre os grandes benfeitores da humanidade, um grande acordo com a instituição de cooperação agrícola do Japão, a JICA, que apoiou de modo determinante o desenvolvimento do Cerrado do Brasil; modernizou e universalizou o sistema de crédito e apostou no aumento da demanda por alimentos e matérias primas e tornar o país supridor de suas necessidades e ser um dos principais atores no comércio internacional de alimentos no mundo.
Leia maisO Desafio Logístico no Agronegócio
Quando o assunto é agronegócio no sertão e agreste de Pernambuco, quatro arranjos se destacam: a fruticultura irrigada, a avicultura, a pecuária de leite e o gesso agrícola, sendo o último objeto de ações futuras. A fruticultura e o gesso são as atividades mais dependentes da logística de transporte, devido distância para entrega de seus principais produtos. Já no caso da pecuária de leite e da avicultura a limitação se dá principalmente devido a distância entre as áreas produtoras de grãos nos Cerrados e o interior do Estado Pernambuco corre o risco de ver a economia do Sertão do Araripe e Sertão Central ser atraída por Fortaleza e a do Vale do São Francisco migrar para Salvador, movimento centrífugo em curso. Acesse o link na Bio para ler sobre os grandes desafios na logística do Agronegócios na visão do Agrônomo e Pesquisador do IPA Geraldo Eugenio.
Leia maisGuerra entre a palma forrageira e a cochonilha do carmim Por Geraldo Eugenio
A Guerra do Corante Carmim . Cochonilha do carmim, o que é isto? A perigosa guerra entre o corante vermelho , o carmim, que quase dizimou a palma forrageira quando cultivada de modo intensivo no sertão de Pernambuco. Um inseto conhecido cochonilha do carmim que atacava e destruía a palma . Esse inseto era fonte de valioso corante para indústria da moda fez com que muitos produtores disseminassem a cochonilha nos seus roçados O engenheiro agrônomo Geraldo Eugenio nos conta na sua coluna do JS como Palma Orelha de Elefante Mexicana venceu a guerra do Carmim . Acesse o link na Bio e leia a Coluna a Guerra do Carmim
Leia maisRicardo Fiúza e Miguel Arraes no caminho político da palma forrageira adensada Por Geraldo Eugenio
Ninguém imagina que a palma forrageira para chegar nos campos do sertão percorreu um caminho político.Em 1994, o Deputado Fiúza e um grupo de técnicos ligados a ele empreenderam uma viagem ao México e voltaram literalmente maravilhados em ver a palma sendo plantada de forma superadensada, embora naquele país ela seja considerada uma hortaliça e não uma forrageira.O Governador Arraes incumbiu ao IPA de fazer este teste, deixando claro que se o resultado fosse ao menos a metade do que o Deputado Fiúza, do qual era parente, falava, haveria uma grande mudança na produção de forragem na região.
Leia maisPernambuco falando para o Cerrado Por Geraldo Eugenio
Pernambuco além de suas fronteiras. As tecnologias que saíram do Instituto Agronômico de Pernambuco foram muito bem recebidas no coração do celeiro do Brasil, a região do Cerrado. Uma grande conquista que a nação e seus produtores agradecem. Vale prestar uma homenagem a dois professores que lideraram este esforço. Um egípcio que esteve no Ceará e veio para o IPA liderar um programa de pesquisa, o Dr. Mohamed Faris, que depois se tornou professor de uma universidade canadense e o Dr. Mário de Andrade Lira, que o substituiu e nos deixou há dois anos. Além de melhorar plantas, Dr. Mário cuidou de seus discípulos, no IPA.
Leia maisA Caatinga será o grande empreendimento do sertão. É só aguardar. Por Geraldo Eugênio
Esta semana comemoramos o Dia Nacional da Caatinga. O que essa região representa para cada um sertanejo. Durante muito tempo fomos nos acostumando com a percepção falsa construída sobre ela de ser uma região sem futuro, problema para a nação e fonte de uma mão de obra pobre.
Vamos transformar a vida que habita a Caatinga em riqueza para seu povo, os gravetos e os troncos mortos em arte, joias, móveis, moda, calçados e adereços. Vamos aproveitar melhor a água que cai sobre nós ano a ano e agregar valor a nossa produção agrícola e pecuária.
O caminho da China, oportunidades e desafios Por Geraldo Eugênio
A China no momento é o principal parceiro comercial do Brasil e destino da maior parte das exportações brasileiras de grãos, farelo e carne. Há pouco tempo foi anunciada a abertura do mercado chinês para as frutas do Vale do São Francisco, em especial uva e manga e como não poderia deixar de ser resultou em comemorações e reconhecimento à proeza, uma vez que estas negociações estão em curso há pelo menos uma década.
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