
O médico cardiologista e presidente da comissão responsável pela elaboração, acompanhamento e monitoramento, de ações de Prevenção do Coronavírus na Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf). Dr. Anderson Armstrong, ponderou que a Covid-19, tem baixo risco em crianças.
Crianças e a Covid-19
“É muito raro ter uma complicação em crianças, diferente do que a gente tem visto em adultos. Então, se a gente pensar de forma paralela, em outras doenças, o H1N1 tem um risco muito maior para as crianças, e a gente não viu fechamento de escolas, de forma regular, mesmo na pandemia de H1N1. A Covid-19 tem um risco muito baixo para as crianças. Menor do que H1N1, menor do que meningite e muitas outras doenças, que a gente vem convivendo dentro do âmbito escolar há muito tempo”, explicou o médico.
Escolas Abertas em outros países

Dr. Anderson, destacou ainda, que mesmo na pandemia causada pelo novo coronavírus, muitos países seguiram com as escolas abertas. “Muitos países europeus, por exemplo, não fecharam as escolas, justamente devido a esse risco baixo e, a gente, não viu uma explosão de casos graves entre as crianças”, afirmou.
Crianças são vetores?

No entanto, sobre a criança acabar virando um vetor para a doença, o médico afirma que os estudos mais recentes demostram, que o risco de transmissão, também é potencialmente menor. “Os estudos e observações, têm demonstrado é que, as crianças transmitem menos que os adultos. Então, aparentemente, o papel da criança ir para a escola com todas as medidas de segurança, não ampliaria muito a taxa de transmissão da doença”, finalizou o Dr. Armstrong.
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