
Isto impacta fortemente nos números dos principais indicadores: novos casos, casos ativos, leitos de UTI ocupados e novos óbitos. A semana passada encerrou com 35 novos casos de COVID-19 em Petrolina/PE e 48 em Juazeiro/BA. Foi uma redução de 45% em relação à semana anterior em Petrolina/PE e de 69% em Juazeiro/BA. Foi a menor quantidade de casos, somando as duas cidades, desde os períodos iniciais da pandemia.
Em relação aos casos ativos, Juazeiro/BA com 218 e Petrolina/PE com 178, juntas, representam o menor quantitativo desde o mês de julho de 2020, período em que o Colegiado de Economia da FACAPE começou a contabilizar esta informação. Para se ter uma ideia comparativa, cerca de 3 meses atrás o número de casos ativos só em Petrolina/PE era próximo de 4 mil.

Os leitos de UTI ocupados, nas duas cidades, estão em percentuais baixos, indicando uma situação muito confortável quando se compara com alguns meses atrás, onde as cidades chegaram a ter fila de espera para internação e deslocamento de pacientes para outras cidades, inclusive Salvador/BA.
E a melhor notícia é que se tem duas semanas completas sem novos óbitos nas duas cidades.
Uma informação que traz grande alento, sendo que Juazeiro/BA, inclusive, está próxima de atingir a marca de 1 mês sem novos óbitos dado que o último caso ocorreu em 30 de agosto. Em Petrolina/PE, os últimos óbitos ocorreram no dia 10 de setembro. Desde o início do mês foram 3 óbitos na cidade pernambucana. A título de comparação, em junho foram 81 óbitos em Petrolina/PE, ou seja, uma grande diferença.
Isto tudo mesmo com os avanços que estão ocorrendo em termos de relaxamento das medidas de isolamento social, inclusive em setores que geram mais aglomeração e com o avanço mundial de novas variantes. A vacinação e a manutenção de medidas importantes como a continuidade do uso de máscara e do uso de álcool gel estão ajudando a reduzir o avanço dos novos casos e de novos óbitos. Isto contribui muito para o processo de retomada da economia regional, que precisa urgentemente voltar a gerar emprego, renda para as famílias que tem sofrido com o desemprego elevado e a inflação que corrói o poder aquisitivo.
Assim, é fundamental continuar estimulando as pessoas a se vacinarem, completarem o ciclo vacinal, manter o uso de medidas de proteção como máscara e álcool gel para, sem dúvidas, podermos ter um final de ano muito melhor do que o de 2020.










