
Nos últimos 11 meses, os alimentos acumularam alta de 29,91% em Petrolina. Praticamente todos os itens que compõe a cesta tem valores acumulados positivo, ou seja, apresentam aumento de preços durante esses meses com destaque para carne, arroz, farinha, banana, óleo de soja, feijão, leite e açúcar. Os produtos com maior alta foram o leite integral, café em pó, açúcar, tomate e margarina.

Levando em conta que o salário mínimo é R$1.100, para um trabalhador assalariado o gasto mensal com a cesta básica representa em Petrolina 43,31% da renda. Ou seja, quase a metade de um salário, considerando que essa quantitativo ainda precisa ser utilizado com outras despesas como moradia, transporte, vestuário, saúde e higiene e serviços pessoais.
Ainda segundo a pesquisa da Facape, a nível nacional, os cálculos do DIEESE encontraram aumento do custo em 15 das 17 capitais pesquisadas no mês de julho. O aumento mais acentuado, a nível nacional, ocorreu em Fortaleza/CE (3,92%). A cesta mais cara foi a de Porto Alegre/RS (R$ 656,92) e Salvador/BA teve a cesta mais barata (R$ 482,58). Para o DIEESE, o salário mínimo deveria ser R$ 5.518,79 para suprir as necessidades básicas das famílias brasileiras.









