
Aqui me faz lembrar o historiador Yuval Harari , num artigo recente no Financial Times, onde ele coloca as decisões políticas, numa outra moldura , ” quando decidimos uma política, temos que levar em consideração, muitos interesses e valores e, uma vez que não existe uma forma científica de determinar, quais interesses e valores são mais importantes, não existe uma forma científica de decidir o que devemos fazer de melhor .”

Ai surge a origem dos excessos e ausências, nessas medidas políticas ! Tais como melhorias na disponibilidade dos transportes públicos e, nas linhas do metrô para evitar aglomerações nos veículos de transporte públicos urbanos e, aplicar mecanismos de digitalização, para monitorar festas , bailes, ou aglomerações em festas clandestinas. Andar em parques não pode, mas ônibus lotados pode ! Nesse caso são dois pesos e duas medidas. É preciso usar coerência e ser igualitário nas ações de prevenção. A prevenção é necessária, mas os excessos não correspondem à realidade.









