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A Indústria de Polpa do Ceará busca compra Direta com Agricultores de Petrolina

Pomar de Manga. Foto: Divulgação.

A presidente do Sindicato dos Agricultores Familiares de Petrolina, Sintraf, Isália Damacena, confirmou que o Sindicato das Indústrias de Alimentos do Ceará demonstrou o interesse de criar uma maior aproximação, entre os produtores da região e, a indústria cearenses de polpas de frutas. Segundo Isália Damascena, o objetivo dessa  iniciativa, é acabar com a “figura do atravessador”, por meio da compra e venda direta entre os agricultores familiares e, a indústria de polpa de frutas. 

Presidentes do Sintraf Isalia Damascena e do Sindialimentos André Siqueira. Foto: Divulgação.

Comercialização Direta: Uma janela de oportunidades para agricultores e indústria 

De acordo com o presidente do Sindicato das Indústrias de Alimentos do Ceará, Sindalimentos, André Siqueira – “apenas no Ceará existem 30 empresas de polpa de frutas interessadas na comercialização direta com os agricultores petrolinenses. E mais, a nossa vinda à Petrolina foi para abrir essa possibilidade de encurtar o contato entre o agricultores e a indústria, para comprar melhor e o agricultor vender melhor também.” 

Uma verdadeira parceria ganha a ganha 

Por meio uma relação de agricultores serão identificados os tipos de culturas, volumes e disponibilidade de acordo com as épocas de colheita , num trabalho coordenado pelo Sindicato dos Agricultores Familiares de Petrolina encaminhado diretamente  ao entregue Sindialimentos do Ceará. Aqui começa,  segundo os  presidentes de ambos os Sindicatos, “uma verdadeira parceria ganha a ganha”, cada um contribuirá lado a lado para o sucesso dessa  iniciativa pioneira e inovadora, na gestão de comercialização direta, sem intermediários, com a organização das compras e a logística de transporte interestadual.

“Essa parceria tem potencial para melhorar, não só a compra e venda, mas também,  a logística e o valor agregado, para todos, seja agricultor ou empresário”, comenta a presidente do Sindicato dos Agricultores Familiares de Petrolina, Isália Damacena.

“Até porque nós produzimos praticamente todas as frutas que as indústrias do Ceará estão demandando: a manga, acerola, uva, goiaba, caju e maracujá”.

JS Agro

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