
Neste sábado (07), após testes rápidos, Petrolina encontrou mais 117 novos casos perfazendo um total de 652 casos na semana . Segundo João Ricardo de Lima, PhD em economia da Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina -FACAPE, “A flexibilização da economia é necessária para aliviar os prejuízos danosos ao município e, ao empresariado, que dependem do trabalho. Mas paralelamente, entende a necessidade de controle dessa abertura, de forma a garantir a preservação da saúde e da vida. O que não ocorre desde o seu início da abertura, em setembro, deste ano, quando as taxas ainda eram baixas”.
A taxa de mortalidade em Juazeiro/BA que era maior do que em Petrolina/PE. No dia 06 de novembro, 159 novos casos foram confirmados, sendo 128 em Petrolina/PE e 31 em Juazeiro/BA. Considerando que Juazeiro/BA tem 120 óbitos e 3.890 recuperados, enquanto Petrolina/PE tem 112 óbitos e 5.485 recuperados, o total de casos ativos é de 1.217 em Juazeiro/BA e 2.080 em Petrolina/PE, ou seja, a cidade pernambucana possui bem mais casos ativos do que a vizinha baiana, Juazeiro.
Para enfrentar esta pandemia é fundamental que a infraestrutura de saúde esteja preparada para um possível aumento de novos casos que precisem de internação em UTI. A informação principal é o número de leitos de UTI adulto disponíveis. No dia 07/11, ainda não estavam reabertos os 20 leitos de UTI do Governo de Pernambuco. Além disso, a policlínica do HU/Univasf desativou, no dia 05/11, 10 unidades por falta de pacientes. Com isso, o total de leitos caiu para 31 em Petrolina/PE. Dos leitos públicos disponíveis em Petrolina/PE, apenas 9 estavam em uso (29,03% de ocupação) no dia 07/11. Em Juazeiro/BA, dos 28 leitos de UTI públicos existentes dentro da cidade, 11 estavam ocupados (taxa de ocupação de 39,29%) em 07/11. Contudo, importante ressaltar que não se está sendo considerado a informação da Promatre em Juazeiro/BA, que tem 10 leitos, mas não informa a quantidade de ocupados. Tudo isto para que se possa reduzir a quantidade de novos óbitos na região.

Especialista diz que a flexibilização é necessária, mas faltou controle de acompanhamento das ações preventivas, por parte das autoridades municipais o que poderia ter sido evitado, à tempo, caso houvesse um trabalho de conscientização, acompanhamento e controle do número de pessoas à estabelecimentos comerciais, mesas de bares e restaurantes, mesmo a céu aberto. Sem isso, a população relaxou e, os índices de isolamento pararam de cair, até se estabilizaram, mesmo com a abertura do comércio, mostrando que não basta simplesmente fechar os estabelecimentos para reduzir a velocidade de transmissão do vírus, entre as pessoas. Só que, mesmo assim, as pessoas deixaram o isolamento, se aglomeraram e não seguiram mais à risca, os protocolos de prevenção. “O crescimento, iniciou em setembro e que nada foi feito para reduzir a velocidade desse crescimento, dando à população, a impressão de que a pandemia havia passado”.
JS Saúde
Não dê Chance ao Perigo
A pandemia não acabou, mantenha distanciamento Social e Pessoal Mínimo de 1.5m
Usar sempre máscara em ambientes coletivos
Lavar sempre as mãos com água e sabão, se não for possível, usar alcool
Não levar as mãos aos olhos, nariz e boca.
Se precisar levar as mãos aos olhos, nariz e boca, lavá-las antes e depois.
Nada de apertos de mão, abraços e beijos sociais!









